Seis dicas para te ajudar a contratar um serviço de táxi aéreo

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Os serviços de táxi aéreo surgiram com a finalidade de atender empresários e altos executivos que buscavam mais segurança, privacidade, flexibilidade e agilidade em seus deslocamentos.
 
Hoje, as aeronaves fazem muito mais do que isso. De acordo com a Associação Brasileira de Táxi Aéreo e Oficinas de Manutenção (Abtaer) os táxis transportam enfermos e órgãos para transplantes a hospitais, proporcionam atendimento médico e social em comunidades ribeirinhas e indígenas de difícil acesso, transportam malotes de bancos, correios, garimpos e órgãos governamentais, realizam voos de inspeção em redes de alta-tensão, conectam plataformas petrolíferas com o continente e fazem até lançamentos de paraquedistas.
 
Entenda um pouco mais sobre esse serviço e descubra seis coisas que você deve saber antes de contratar um táxi aéreo.
 

  1. Regulamentação

 
No Brasil, o serviço é regulado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), na categoria TPX, referente a operações por demanda. A Anac atua para proibir a prática irregular do transporte, por meio de inspeções de aeronaves e de pilotos nos pátios dos aeroportos. Outra forma de atuação da agência é pela apuração de denúncias que chegam ao órgão por meio de seus canais de atendimento.
 

  1. Verificação

 
A Anac recomenda ao usuário que apenas contrate empresas autorizadas a prestar o serviço específico de táxi aéreo. O passageiro também pode observar se a aeronave conta com a inscrição “Táxi Aéreo” em local bem visível – se não tiver isso, é provável que se trate de uma aeronave clandestina, que presta o serviço irregularmente.

     

  1. Seguro

 
As empresas autorizadas são obrigadas a contratar seguro para eventuais indenizações ao passageiro e/ou ao contratante.

     

  1. Cabine de comando

 
Um táxi aéreo não conta necessariamente com a presença de um copiloto, depende do tipo da aeronave e do voo a ser realizado.
 

     

  1. Distância

 
Não há um percurso máximo de voo estabelecido. A empresa precisa fazer um planejamento de voo com relação à autonomia da aeronave e verificar as condições do aeroporto de destino e alternativa, caso necessário. A tripulação deve ser treinada e habilitada pela agência reguladora.

     

  1. Segurança

 
Muitos leigos acreditam que aeronaves pequenas sejam menos seguras que os aviões de grande porte que operam no transporte comum de passageiros, mas isso não é verdade. O importante é que aeronave, o serviço e a tripulação sejam devidamente regulados e fiscalizados.

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